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ação social está na essência e se confunde com a própria história da Casa.
Foi em torno dela que os primeiros voluntários se mobilizaram, em 1998, estabelecendo aqueles que seriam as bases de atuação da instituição.

“Não começamos a atividade como entretenimento”, diz
Martha Teixeira da Cunha, co-fundadora da entidade. “Começamos com cursos, formando novos contadores e aprimorando o conhecimento sobre o conteúdo profundo das histórias”.
Ao longo dos anos, centenas de profissionais das mais diversas áreas participaram dos cursos e passaram a levar as histórias a pessoas que vivem numa situação diferenciada. “Contar histórias é um ato que levamos para a comunidade, para pessoas que precisam, grupos sociais de alto risco, doentes em processo asilar”, reforça Martha, que ainda conclui: “A maior missão da Casa é levar as imagens altamente curativas das histórias para despertar a consciência dessas pessoas, para que possam dimensionar sua maneira de pensar, seus sentimentos e suas ações na vida”.
“A missão maior da casa é levar as histórias a quem precisa, para que as pessoas possam resgatar suas vidas, seus sonhos, sua liberdade”.
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