História

Movidos pelo impulso social, em 1998, cinco anos antes da criação formal da instituição, os fundadores firmaram as bases de atuação da Casa.

“Não começamos a atividade como entretenimento”, aponta Martha Teixeira da Cunha, cofundadora da entidade. “Começamos com cursos, formando contadores e aprimorando o conhecimento sobre o conteúdo profundo das histórias.”

Ao longo dos anos, profissionais das mais diversas áreas participaram dos cursos e se associaram à instituição como voluntários, passando a levar as histórias a pessoas que vivem no limiar social. “Contar histórias é um ato que levamos para a comunidade, para pessoas que precisam, grupos sociais de alto risco, doentes em processo asilar”, reforça Martha, que ainda conclui: “A maior missão da Casa é levar as imagens altamente curativas das histórias para despertar a consciência dessas pessoas, para que possam dimensionar sua maneira de pensar, seus sentimentos e suas ações na vida”.

“A missão maior da Casa é levar as histórias a quem precisa, para que as pessoas possam resgatar suas vidas, seus sonhos, sua liberdade”.

 

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